quarta-feira, 29 de maio de 2013

Da arte de contar histórias


 
Quem não se lembra das histórias da Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida? As clássicas sagas das princesas, que começavam no ‘era uma vez’ e teriam o desfecho no tradicional "felizes para sempre".

Essas histórias que escutamos quando éramos pequenos e das quais não nos esquecemos, mesmo quando deixamos de ser crianças, ficam na memória porque lidam com o nosso lado emocional. Nos identificamos com os dramas e vitórias dos personagens, nos imaginamos vivendo a vida deles, sofremos quando eles sofrem, celebramos quando eles vencem seus inimigos, experimentando o que chamamos de catarse.

E se as histórias tem tanto pode e influências assim sobre nós, por que não utilizá-las dentro das organizações? Muitos comunicadores provavelmente já se fizeram essa pergunta, tanto que uma das maiores tendências da Comunicação hoje é o chamado story telling.

No meio corporativo as histórias também funcionam. Podemos gerar motivação do colaborador, a partir de uma narra

O colaborador desmotivado pode começar a enxergar sua realidade dentro da empresa sob um novo ponto de vista, mais confiante, depois de ouvir seu líder contando sobre como venceu determinado desafio. Além de gerar empatia e despertar o sentimento de pertencimento, essa atitude cria aproximação, ponto fundamental para o desenvolvimento da equipe e, por conseguinte, da organização.

Só nesse simples exemplo, vemos que o story telling pode criar motivação, aproximação e entrosamento. Uma grande ferramenta para o líder que necessita de sua equipe integrada e inspirada.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Jeito Bayer



A Bayer CropScience, é uma das organizações líderes mundiais no segmento de ciências agrícolas. No mundo todo, são mais de 18 mil colaboradores e, somente no Brasil, cerca de 900 funcionarios. No entanto, em 2007, a organização perdeu a liderança no mercado nacional e passou por reestruturações na liderança, seu planejamento estava fragmentado e os colaboradores estavam insatisfeitos com a empresa.

Uma pesquisa interna de imagem foi realizada e, depois dos resultados, a Bayer escolheu uma estratégia de negócio que propunha um crescimento sustentável e com a tomada de diversas medidas estruturais. Foi investido, então, em uma campanha interna com o objetivo de melhorar a compreensão da estratégia e a motivação de seus colaboradores; a ação foi desenvolvida em parceria com a agência Qualicom Comunicação.

Chamada de “A Bayer que a gente quer é a gente que faz”, a campanha fortaleceu os mais diversos sentimentos entre funcionário e organização, bem como o de pertencimento ao local de trabalho, fazendo com que os próprios funcionários tomassem frente da busca da empresa pela liderança sustentável.

A estratégia da campanha foi, além de usar veículos de comunicação já existentes na empresa, criar novas peças específicas, para dar visibilidade à evolução dos indicadores da campanha. Um hotsite foi criado e ficou no ar durante seis meses, sempre com atualizações semanais.

A campanha teve mais de 80% de aprovação e um excelente desempenho, atingindo todos os objetivos específicos estabelecidos. Foram 16 etapas que trouxeram grandes resultados: um crescimento de 5% acima do mercado, o que tornou 2008 o melhor ano da organização no Brasil.

A pesquisa de avaliação também mostrou que a campanha contribuiu para aumentar o conhecimento dos funcionários sobre as estratégias, objetivos e metas da organização para aquele ano, assim como conhecimentos sobre como a empresa funciona e qual a relação entre os departamentos.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Minidoor


Parece um nome engraçado e de alguma brincadeira, mas o minidoor é um material muito importante e prático para a comunicação interna de uma companhia.

Quando colocadas em prática, algumas ações de uma organização podem perder a atenção do público por serem muito extensas ou por já terem se tornado algo corriqueiro. Dicas de programação, dicas de saúde e bem estar, curiosidades da empresa e etc, depois de um tempo, acabam caindo no esquecimento e alguns funcionários recém contratados nem sempre são informados do histórico que a empresa tem com determinadas coisas.

Os minidoors são aqueles que fazem o trabalho de resgatar o foco e a atenção das pessoas para essas campanhas e ações de comunicação: são pequenos avisos, eletrônicos ou não, colocados em pontos estratégicos dentro da companhia. Neles, informações das mais diversas naturezas podem ser exibidas, desde novidades até histórias da empresa.

Além de muito informativos, são bem práticos. Ocupam pouco espaço, carregam bastante informação e, além disso, podem carregar a identidade visual da empresa, ressaltando isso para os funcionários. É um veículo bastante eficaz e muito usado atualmente em organizações de diversos segmentos.