terça-feira, 4 de junho de 2013

O papel da internet na comunicação interna

A internet já se tornou parte do dia a dia dos escritórios de boa parte das empresas ao redor do mundo. Assim, é natural que as empresas utilizem desta ferramenta para se comunicarem com um dos seus públicos mais importantes, os colaboradores.

Surge então mais um veículo de comunicação: a intranet. Um site direcionado apenas aos colaboradores da organização, onde estes podem se manter atualizados sobre os projetos da empresa, conhecer mais sua missão, visão e valores, além de muitas vezes o próprio portal servir como uma ferramenta de trabalho.

É importante que este canal tenha um layout atraente, uma linguagem clara e manuseio simples, para não inibir nenhum colaborador de navegar. Havendo necessidade, é interessante realizar treinamentos sobre como utilizar a intranet e o que está disponível neste site, para que ele possa ser explorado da melhor maneira possível.

Já que estamos falando de internet, também é legal que os colaboradores encontrarem na intranet os perfis oficiais da empresa em redes sociais como Twitter, Facebook, blogs e demais ferramentas de interação. Esta iniciativa evita o surgimento de perfis não oficiais, onde podem ser publicadas informações errôneas.

Quanto aos perfis, é necessário gerenciar muito bem estas páginas, para elas não se tornarem um SAC online, para que sejam mais um meio de interação com os seus colaboradores, onde se pode estimular fóruns sobre temas vinculados as ações da empresa, dar sugestões e opinar sobre processos internos. ( Para as empresas que optam por trabalhar com este perfis na internet é importante ter um para público interno e outro para externo, tendo em vista que o foco dos assuntos serão diferentes).

Empresas, adotem a internet como uma aliada e usem o melhor que ela pode oferecer.

Fonte

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Da arte de contar histórias


 
Quem não se lembra das histórias da Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida? As clássicas sagas das princesas, que começavam no ‘era uma vez’ e teriam o desfecho no tradicional "felizes para sempre".

Essas histórias que escutamos quando éramos pequenos e das quais não nos esquecemos, mesmo quando deixamos de ser crianças, ficam na memória porque lidam com o nosso lado emocional. Nos identificamos com os dramas e vitórias dos personagens, nos imaginamos vivendo a vida deles, sofremos quando eles sofrem, celebramos quando eles vencem seus inimigos, experimentando o que chamamos de catarse.

E se as histórias tem tanto pode e influências assim sobre nós, por que não utilizá-las dentro das organizações? Muitos comunicadores provavelmente já se fizeram essa pergunta, tanto que uma das maiores tendências da Comunicação hoje é o chamado story telling.

No meio corporativo as histórias também funcionam. Podemos gerar motivação do colaborador, a partir de uma narra

O colaborador desmotivado pode começar a enxergar sua realidade dentro da empresa sob um novo ponto de vista, mais confiante, depois de ouvir seu líder contando sobre como venceu determinado desafio. Além de gerar empatia e despertar o sentimento de pertencimento, essa atitude cria aproximação, ponto fundamental para o desenvolvimento da equipe e, por conseguinte, da organização.

Só nesse simples exemplo, vemos que o story telling pode criar motivação, aproximação e entrosamento. Uma grande ferramenta para o líder que necessita de sua equipe integrada e inspirada.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Jeito Bayer



A Bayer CropScience, é uma das organizações líderes mundiais no segmento de ciências agrícolas. No mundo todo, são mais de 18 mil colaboradores e, somente no Brasil, cerca de 900 funcionarios. No entanto, em 2007, a organização perdeu a liderança no mercado nacional e passou por reestruturações na liderança, seu planejamento estava fragmentado e os colaboradores estavam insatisfeitos com a empresa.

Uma pesquisa interna de imagem foi realizada e, depois dos resultados, a Bayer escolheu uma estratégia de negócio que propunha um crescimento sustentável e com a tomada de diversas medidas estruturais. Foi investido, então, em uma campanha interna com o objetivo de melhorar a compreensão da estratégia e a motivação de seus colaboradores; a ação foi desenvolvida em parceria com a agência Qualicom Comunicação.

Chamada de “A Bayer que a gente quer é a gente que faz”, a campanha fortaleceu os mais diversos sentimentos entre funcionário e organização, bem como o de pertencimento ao local de trabalho, fazendo com que os próprios funcionários tomassem frente da busca da empresa pela liderança sustentável.

A estratégia da campanha foi, além de usar veículos de comunicação já existentes na empresa, criar novas peças específicas, para dar visibilidade à evolução dos indicadores da campanha. Um hotsite foi criado e ficou no ar durante seis meses, sempre com atualizações semanais.

A campanha teve mais de 80% de aprovação e um excelente desempenho, atingindo todos os objetivos específicos estabelecidos. Foram 16 etapas que trouxeram grandes resultados: um crescimento de 5% acima do mercado, o que tornou 2008 o melhor ano da organização no Brasil.

A pesquisa de avaliação também mostrou que a campanha contribuiu para aumentar o conhecimento dos funcionários sobre as estratégias, objetivos e metas da organização para aquele ano, assim como conhecimentos sobre como a empresa funciona e qual a relação entre os departamentos.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Minidoor


Parece um nome engraçado e de alguma brincadeira, mas o minidoor é um material muito importante e prático para a comunicação interna de uma companhia.

Quando colocadas em prática, algumas ações de uma organização podem perder a atenção do público por serem muito extensas ou por já terem se tornado algo corriqueiro. Dicas de programação, dicas de saúde e bem estar, curiosidades da empresa e etc, depois de um tempo, acabam caindo no esquecimento e alguns funcionários recém contratados nem sempre são informados do histórico que a empresa tem com determinadas coisas.

Os minidoors são aqueles que fazem o trabalho de resgatar o foco e a atenção das pessoas para essas campanhas e ações de comunicação: são pequenos avisos, eletrônicos ou não, colocados em pontos estratégicos dentro da companhia. Neles, informações das mais diversas naturezas podem ser exibidas, desde novidades até histórias da empresa.

Além de muito informativos, são bem práticos. Ocupam pouco espaço, carregam bastante informação e, além disso, podem carregar a identidade visual da empresa, ressaltando isso para os funcionários. É um veículo bastante eficaz e muito usado atualmente em organizações de diversos segmentos.

domingo, 21 de abril de 2013


Campanha interna – Marisol

A Marisol foi criada há quase 50 anos e é uma das maiores indústrias nacionais no segmento de vestuário infantil para crianças de 0 à 12 anos, além de ser dona das marcas Lilica Ripilica e Tigor. A indústria se desenvolve por meio da produção têxtil, e encontrava dificuldades de se comunicar com os colaboradores que não mantinham acesso contínuo aos computadores.

Preocupando-se com isso, a empresa pensou em formas de aproximar as equipes de produção industrial, e decidiu promover a integração entre empresa e os funcionários por meio do envio de SMS, convidando os funcionários para a “Festa do trabalhador”.

E não é que deu certo? Com mensagens curtas e objetivas, a empresa conseguiu criar um elo com os colaboradores que quase não tinham interação com a comunicação interna. Com 100% de aproveitamento, os funcionários aceitaram muito bem o novo canal, pois se sentiram bem informados com os assuntos da empresa.

A Marisol também economizou os custos em produção de convites e comunicados que não tinham tanta eficiência quanto o SMS.

A ferramenta mostrou que tem sucesso com comunicados importantes e também com comemorações da empresa, mensagens motivacionais, pesquisas internas e informações sobre novos funcionários ou clientes. 

domingo, 7 de abril de 2013


Agora que já conhecemos o que é comunicação interna, e o impacto que ela causa, sobre os colaboradores e líderes das organizações, podemos conhecer os veículos que utilizamos para estabelecer esta comunicação.

Sabe aquele painel cheio de avisos, que chamam de jornal mural, pois é, ele é apenas um quadro de avisos. Este é um erro comum cometido pelas empresas, onde a comunicação que pode ser estabelecida por um jornal mural, se resumi a uma comunicação de mão única.

Em um jornal mural, possuem matérias, como em uma editoria tradicional, que interessem, motivem e informe os funcionários, a diferença está na distribuição, que não existe. Este jornal é fixado em um lugar estratégico da empresa, como áreas de convívio, por exemplo. Os layout’s bem elaborados também são características deste tipo de jornal e imprimem a identidade da organização.

A publicação de pautas sugeridas pelos funcionários, dá voz ativa a este grupo da organização, o que os aproxima da liderança da organização e proporciona um bom ambiente de trabalho.
Gestores de comunicação, não resumam o poder desta ferramenta, e funcionários aproveitem o conteúdo preparado para vocês. Comuniquem-se.

sábado, 16 de março de 2013

Comunicação interna eficaz?



Em nossa primeira postagem, nós explicamos em poucas palavras o que é comunicação interna e a sua importância, uma vez que o funcionário é o porta-voz da empresa e só mantendo a "casa" arrumada para construir uma boa imagem e uma firme reputação.

Mas como as Organizações conseguem se comunicar com seus funcionários, acionistas e colaboradores de forma eficaz? 

Para isso, é necessário identificar por meio do planejamento, os veículos de comunicação adequados que combinem com o perfil da Organização e com sua cultura. A mensagem precisa ser clara e objetiva, motivar o desenvolvimento profissional e pessoal do funcionário, além de promover a interação entre as áreas. 

A comunicação interna atua com diversas ferramentas, entre elas podemos citar algumas como o jornal mural, em que os funcionários são inteirados com as atividades da empresa. 
Rádios e TV's internos, que promovem a interatividade entre funcionários por meio de som e imagem. 
Veículos impressos ou eletrônicos, como boletim, revista da empresa, newsletter, caixa de sugestões, manual de integração, painéis. 
Mídia eletrônica como intranet, blogs e e-mails.

Atualmente, mensurar a eficiência dos veículos de comunicação interna é uma tarefa indispensável, também é importante salientar que a mensagem passada aos funcionários precisa estar alinhada com os objetivos da empresa, para que traga um retorno satisfatório.


sexta-feira, 15 de março de 2013

CI o que?



Setores como jurídico, contabilidade e atendimento ao cliente são os grandes formadores da reputação e sucesso de uma organização. A imagem que a empresa passa para seu público depende, em sua maioria, destas grandes áreas. Mas e a imagem que a empresa tem com seu público interno?

Para entender, precisamos saber primeiro o que é comunicação interna: resumindo, é a função responsável pela comunicação efetiva entre integrantes de uma organização.

A comunicação interna engloba todas as práticas e processos comunicativos de uma organização com seu público interno: funcionários, colaboradores e acionistas por exemplo. Se aplicada de forma correta, gera resultados positivos em todas as áreas administrativas (interna e externamente), além de criar um ambiente de trabalho mais harmonioso e agradável para todos que passam 8 horas diárias no mesmo lugar.

Além disso, passa informações importantes de forma organizada, clara e objetiva para seu público interno, assim evitando o surgimento de suposições e especulações errôneas, mantendo seus funcionários seguros e motivados.

Por isso, é tão importante ter um setor específico para isso numa organização.
Aqui no InCommun, vamos ver quais veículos e campanhas deram certo e formaram cases de sucesso e quais foram... bom, não tão bem sucedidos assim.


Acompanhe!