quarta-feira, 29 de maio de 2013

Da arte de contar histórias


 
Quem não se lembra das histórias da Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida? As clássicas sagas das princesas, que começavam no ‘era uma vez’ e teriam o desfecho no tradicional "felizes para sempre".

Essas histórias que escutamos quando éramos pequenos e das quais não nos esquecemos, mesmo quando deixamos de ser crianças, ficam na memória porque lidam com o nosso lado emocional. Nos identificamos com os dramas e vitórias dos personagens, nos imaginamos vivendo a vida deles, sofremos quando eles sofrem, celebramos quando eles vencem seus inimigos, experimentando o que chamamos de catarse.

E se as histórias tem tanto pode e influências assim sobre nós, por que não utilizá-las dentro das organizações? Muitos comunicadores provavelmente já se fizeram essa pergunta, tanto que uma das maiores tendências da Comunicação hoje é o chamado story telling.

No meio corporativo as histórias também funcionam. Podemos gerar motivação do colaborador, a partir de uma narra

O colaborador desmotivado pode começar a enxergar sua realidade dentro da empresa sob um novo ponto de vista, mais confiante, depois de ouvir seu líder contando sobre como venceu determinado desafio. Além de gerar empatia e despertar o sentimento de pertencimento, essa atitude cria aproximação, ponto fundamental para o desenvolvimento da equipe e, por conseguinte, da organização.

Só nesse simples exemplo, vemos que o story telling pode criar motivação, aproximação e entrosamento. Uma grande ferramenta para o líder que necessita de sua equipe integrada e inspirada.

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